Análise sensorial: Brown Ale

Por Marcelo Scavone – Administrador, beer sommelier, fundador e atual presidente da ABSC. Sócio-proprietário da EGAS e proprietário da Escola da Cerveja.

Brown Ale

Até o final do século XVII, todas as cervejas produzidas na Inglaterra tinham a cor marrom por conta do seu rudimentar processo de secagem. Com o aprimoramento destas técnicas, já no século XVIII, as cervejas claras ganharam a preferência dos extratos sociais mais privilegiados do império britânico, enquanto as escuras se popularizaram junto à emergente classe operária. Maliciosamente, os trabalhadores rudes diziam que as Pale Ale eram afeminadas, por isto combinavam com a “turma do escritório”.

Com o passar do tempo, as Brown Ales foram ganhando espaço e variações por conta da sua versatilidade, alcançando apreciadores até no continente europeu. Tal cerveja possui suas variações inglesas, americanas e belgas.

As Brown Ales, de forma genérica, têm uma coloração que varia do castanho escuro ao marrom claro. Seus aromas variam em maltados doces, entre eles chocolate, caramelo, nozes, tostado ou com notas de café. Médio corpo e lupulagem que varia de média a média baixa. O aroma de ésteres frutados se situa entre médio e médio alto. Na gastronomia, as Brown Ales harmonizam naturalmente com queijos fortes, carnes e pratos condimentados.

A seguir vamos falar sobre 11 tipos de Brown Ale, parecidas na aparência, mas com particularidades que as distinguem de maneiras muito especiais.

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